Paulo Gileno, nos traz um panorama crítico de grande importância no que se refere a articulação da leitura com a escrita: "Ler bem é preciso, escrever também é preciso".
Continua suas observações de leitura e escrita na era digital, como novas ferramentas tecnológicas (leitura e escrita com computadores), assim como um olhar nas raízes emocionais e intelectuais da história escolar de cada um e sua apropriação da escrita, bem como sua intimidade com ela, sendo o sujeito ativo de seu próprio desejo.
Além dessas considerações, o estudante do ensino superior tem que assimilar a cultura da leitura diária, vencendo sobretudo, a preguiça e o cansaço, dando seu suor e esforço mental para tanto. Tudo isso, não seria possível, se o aluno não souber parafrasear, interpretar e criticar textos.
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